
Túmulo na catedral de León
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LEÓN (Espanha): Túmulo na catedral.
LEÓN (Espanha): Arcos quebrados na catedral.
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Por altura do estilo gótico difunde-se um novo género de arco que se crê já ter sido anteriormente utilizado pelos assírios, o arco quebrado. Este arco é composto por dois segmentos de circunferência com centros distintos dando lugar a uma forma cristalina que faculta ao arco uma maior força e possibilita vãos mais altos. Este arco provoca, no entanto, um maior impulso oblíquo que será inicialmente recebido por espessos contrafortes e mais tarde por arcobotantes.
LEÓN (Espanha): Vitrais e abóbada de uma capela radiante da Catedral de León.
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LEÓN (Espanha): Vitrais e abóbada de uma capela radiante da Catedral de León.
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LEÓN (Espanha): Capela-mor da catedral de Santa Maria.
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LEÓN (Espanha): Arcos quebrados na catedral.
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Por altura do estilo gótico difunde-se um novo género de arco que se crê já ter sido anteriormente utilizado pelos assírios, o arco quebrado. Este arco é composto por dois segmentos de circunferência com centros distintos dando lugar a uma forma cristalina que faculta ao arco uma maior força e possibilita vãos mais altos. Este arco provoca, no entanto, um maior impulso oblíquo que será inicialmente recebido por espessos contrafortes e mais tarde por arcobotantes.
LEÓN (Espanha): Braço do transepto da catedral.
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LEÓN (Espanha): Vitrais da Catedral de Santa Maria.
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O interesse da catedral leonesa é aumentado pelas magníficas janelas que conservam a maioria dos vitrais polícromos. Nos dias de intensa luz, o interior é matizado de manchas de cor através dos raios de luz.
LEÓN (Espanha): Interior da Catedral de Santa Maria.
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O interesse da catedral leonesa é aumentado pelas magníficas janelas que conservam a maioria dos vitrais polícromos. Nos dias de intensa luz, o interior é matizado de manchas de cor através dos raios de luz.
CEUTA (Espanha): Muralhas Reais.
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Uma das principais atrações de Ceuta é o conjunto monumental das Muralhas Reais. As origens destas fortificações remontam ao domínio muçulmano entre 711 e 1415. Posteriormente sofreram várias modificações, entre os séculos XVI e XVIII, sendo as mais importantes obra de portugueses. Situado na parte mais estreita do istmo que liga a cidade ao continente africano, o enclave fortificado é dividido a meio por um fosso navegável que une o Atlântico ao Mediterrâneo.
LEÓN (Espanha): Escultura de la Virgen Blanca na catedral.
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La Virgen Blanca remete-nos para Chartres e o modelado das figuras lembra-nos os das estátuas de Burgos a que não deve ser alheio o mestre-de-obras Enricus que trabalhou nas duas catedrais.
LEÓN (Espanha): Portada de la Virgen Blanca.
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A composição da Portada de la Virgen Blanca remete-nos para Chartres e o modelado das figuras lembra-nos os das estátuas de Burgos a que não deve ser alheio o mestre-de-obras Enricus que trabalhou nas duas catedrais.
LEÓN (Espanha): Catedral de Santa Maria.
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LEÓN (Espanha): Catedral de Santa Maria.
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LEÓN (Espanha): Catedral de Santa Maria.
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É, juntamente com a catedral de Burgos, uma das melhores representantes do gótico espanhol. Foi construída sobre edificações romanas e posteriores edificações cristãs, nomeadamente duas catedrais erigidas em estilo românico.
Com Afonso IX assiste-se a um desenvolvimento artístico e cultural no reino de Leão que leva à construção de uma terceira catedral em 1205 e que termina em 1301, ficando apenas a torre sul por terminar, o que vai acontecer no séc. XV.
A catedral foi alvo de várias intervenções ao longo dos séculos, pois os materiais da sua construção estavam longe de ser os de melhor qualidade. Ainda hoje prosseguem os trabalhos de restauro e manutenção, no reforço das estruturas e solos e tratamento da pedra.
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LEÓN (Espanha): Plaza de Regla.
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LEÓN (Espanha): Catedral de Santa Maria.
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LEÓN (Espanha): Catedral de Santa Maria.
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É, juntamente com a catedral de Burgos, uma das melhores representantes do gótico espanhol. Foi construída sobre edificações romanas e posteriores edificações cristãs, nomeadamente duas catedrais erigidas em estilo românico.
Com Afonso IX assiste-se a um desenvolvimento artístico e cultural no reino de Leão que leva à construção de uma terceira catedral em 1205 e que termina em 1301, ficando apenas a torre sul por terminar, o que vai acontecer no séc. XV.
A catedral foi alvo de várias intervenções ao longo dos séculos, pois os materiais da sua construção estavam longe de ser os de melhor qualidade. Ainda hoje prosseguem os trabalhos de restauro e manutenção, no reforço das estruturas e solos e tratamento da pedra.
LEÓN (Espanha): Fachada Sul da Catedral de Santa Maria.
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Foi construída sobre a antiga catedral românica erigida junto ao palácio de Ordonho II e das antigas termas romanas. A sua construção teve início em 1205 e inspirou-se claramente na catedral francesa de Reims.
Das três grandes catedrais góticas da Meseta (Leão, Burgos e Toledo) é a Catedral de Leão a que melhor representa a pureza e unidade do estilo. Não acumulou formas heterogéneas ao longo dos séculos e, por este motivo, poderia ser considerada como uma grande excepção.
LEÓN (Espanha): Tímpano do portal sul da catedral de Santa Maria.
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Representação do Apocalipse, com o Pantocrator benzendo com uma das suas mãos enquanto que com a outra sustém o Livro da Vida.
Cristo rodeia-se dos símbolos dos quatro evangelistas.
LEÓN (Espanha): Fachada Sul da Catedral de Santa Maria.
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Foi construída sobra a antiga catedral românica erigida junto ao palácio de Ordonho II e das antigas termas romanas. A sua construção teve início em 1205 e inspirou-se claramente na catedral francesa de Reims.
Das três grandes catedrais góticas da Meseta (Leão, Burgos e Toledo) é a Catedral de Leão a que melhor representa a pureza e unidade do estilo. Não acumulou formas heterogéneas ao longo dos séculos e, por este motivo, poderia ser considerada como uma grande excepção.
LEÓN (Espanha): Catedral.
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CÓRDOVA (Espanha): Ponte romana.
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Ponte sobre o rio Guadalquivir, construída no século I d.C., durante a época de domínio romano. Tem um comprimento de 331 metros e é composta por 16 arcos. Durante muito tempo foi um importante meio de entrada na cidade desde a zona sul, pois era a única a cruzar o rio sem qualquer tipo de embarcação. A torre defensiva que se vê em primeiro plano foi construída no período muçulmano.
Em 2004, a ponte converteu-se apenas ao uso de peões e ciclistas. Ao longo da sua história foi alvo de várias remodelações. A última (e a maior) terminou em 2008, obra do arquiteto Juan Cuenca Montilla. Esta remodelação, não isenta de polémica, procurou devolver à ponte o aspecto mais parecido com aquilo que seria o original.
MARINHA GRANDE (Portugal): Pôr-do-Sol em S. Pedro de Moel.
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MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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Este farol foi construído entre 1909 e 1912. Implanta-se numa esplanada rochosa com 55m de altitude e tem 55m de altura. A luz que projecta, produzida com lâmpadas de 3000 W alimentadas com um motor a óleo e orientada por duas potentes lentes, tem um alcance de cerca de 40 milhas.
MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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Este farol foi construído entre 1909 e 1912. Implanta-se numa esplanada rochosa com 55m de altitude e tem 55m de altura. A luz que projecta, produzida com lâmpadas de 3000 W alimentadas com um motor a óleo e orientada por duas potentes lentes, tem um alcance de cerca de 40 milhas.
MARINHA GRANDE (Portugal): Arriba em São Pedro de Moel.
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MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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A 100 metros a norte de S. Pedro de Moel, o Farol de S. Pedro - também conhecido por Farol do Penedo da Saudade - atinge uma altura de 55 metros, desde o nível do mar até ao topo da sua torre. Possui uma escada interior em caracol com 135 degraus de pedra.
O forte feixe de luz produzido por duas potentes lentes atinge uma distância de 41 milhas. Este emblemático edifício foi inaugurado em 1912, três anos após o seu início de construção.
MARINHA GRANDE (Portugal): Farol de São Pedro de Moel - Penedo da Saudade.
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A 100 metros a norte de S. Pedro de Moel, o Farol de S. Pedro - também conhecido por Farol do Penedo da Saudade - atinge uma altura de 55 metros, desde o nível do mar até ao topo da sua torre. Possui uma escada interior em caracol com 135 degraus de pedra.
O forte feixe de luz produzido por duas potentes lentes atinge uma distância de 41 milhas. Este emblemático edifício foi inaugurado em 1912, três anos após o seu início de construção.
ARGANIL (Portugal): Aldeia de Piódão.
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A serra de Açor é um local de árida beleza, com aldeias solitárias agarradas a vertentes íngremes. Piódão, abrigada num vale, é a mais notável dessas aldeias de xisto. Aparentemente remota, até finais do séc. XIX encontrava-se na principal estrada comercial entre Coimbra e a Covilhã, tendo ficado esquecida após a construção de novas estradas.
A Igreja Matriz destaca-se das pedras negras que a rodeiam.
CALDAS DA RAINHA (Portugal): Casa na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque vermelho na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque vermelho na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque vermelho na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Casa na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque azul na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque azul na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque amarelo na Foz do Arelho.
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CALDAS DA RAINHA (Portugal): Quiosque amarelo na Foz do Arelho.
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COIMBRA (Portugal): Ruínas do claustro do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
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A localização do mosteiro na margem do Mondego marcou inevitavelmente a sua história devido à invasão das cheias do rio, que se foram agravando com o assoreamento progressivo deste e tornando calamitosas as condições de vida desta instituição monástica.
No século XVII, para terminar com esta situação, o rei D. João IV ordenou a construção de um novo mosteiro num sítio mais elevado, para o qual as religiosas se transferiram em 1677. O primitivo mosteiro, que então passou a ser designado de Santa Clara-a-Velha, entrou definitivamente em inexorável estado agónico. Iniciou-se, assim, um secular processo de esquecimento que conduziu o antigo mosteiro de Santa Clara ao estado de verdadeira ruína.
A operação de recuperação e de valorização da igreja em ruínas, envolveu escavações arqueológicas no terreno adjacente que têm permitido trazer à luz o remanescente do claustro principal, conhecido apenas através de descrições antigas.
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ALCOBAÇA (Portugal): S. Martinho do Porto.
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ALCOBAÇA (Portugal): São Martinho do Porto.
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A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho.
A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.