
Rua Grande
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Rua Grande.
A planta da vila medieval tinha um eixo maior denominado, por isso, "Rua Grande", articulada com os arrebaldes.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Rua Grande.
A planta da vila medieval tinha um eixo maior denominado, por isso, "Rua Grande", articulada com os arrebaldes.
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VIANA DO CASTELO (Portugal)
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Rua de S. Pedro.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Rua de S. Pedro.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Viela.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Capela das Malheiras.
É este o nome por que ficou conhecida a capela mandada construir por D. Frei António dp Desterro Malheiro Reimão, bispo do Rio de Janeiro, da família desta casa. Foi dedicada a S. Francisco de Paula, construída com dinheiro e segundo directrizes por ele mandadas do Brasil. A fachada é notável, por repetir em granito os motivos de algas, liquenes e concheados que no interior foram talhados em madeira.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Capela das Malheiras.
É este o nome por que ficou conhecida a capela mandada construir por D. Frei António dp Desterro Malheiro Reimão, bispo do Rio de Janeiro, da família desta casa. Foi dedicada a S. Francisco de Paula, construída com dinheiro e segundo directrizes por ele mandadas do Brasil. A fachada é notável, por repetir em granito os motivos de algas, liquenes e concheados que no interior foram talhados em madeira.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Casa da Praça.
Obra barroca da primeira metade do século XVIII, solar urbano dos Malheiro Reimão, que a instalaram no único espaço disponível no tecido urbano vianense, a Praça das Couves. É de realçar a horizontalidade e equilibrio do conjunto e a simetria das aberturas implantadas, em função dum eixo central onde se situa a entrada principal e onde foi colocado o brasão da família.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Rua Gago Coutinho.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Praça da República.
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VIANA DO CASTELO: Casa das Varandas ou da Misericórdia.
O edifício da Misericórdia de Viana do Castelo é uma verdadeira obra-prima da arquitectura civil do século XVI no nosso país. A sua aparatosa e cenográfica fachada principal é uma obra maneirista, eivada de referências eruditas europeias e interpretada por artistas locais. Nela é visível a influência exuberante de ornatos inspirados em gravuras flamengas e de concepções arquitectónicas retiradas da tratadística italiana.
A proposta desta concepção espacial foi realizada pelo provedor da Misericórdia, João Jácomo de Luna, aprovada em reunião da irmandade no ano de 1587. No ano seguinte, em 1588, a obra arrancava coordenada por Fernão Dias, mestre-pedreiro do Cruzeiro de Vila do Conde. A Casa da Misericórdia seria alvo de acrescentos no século XVIII, campanha efectuada por Manuel Pinto de Vilalobos.
Formada por três pisos, a fachada principal é delimitada por cunhais rusticados, num dos quais se incorpora um relógio de sol setecentista. O andar térreo abre-se numa arcaizante arcaria de volta perfeita, sustentada por colunas da ordem jónica, inscrevendo-se cabeças humanas nas mísulas que estão sobre os capitéis.
O primeiro andar apresenta uma varanda coberta, com peitoril rectangular moldurado - no qual foi acrescentado um brasão setecentista da Santa Casa sob a coroa real portuguesa -, sustentada por elegantes bustos de cariátides sobre pedestais com medalhão figurado. Os entablamentos são preenchidos com uma decoração de grinaldas e outros motivos fitomórficos. O último andar é formado por uma "loggia" coberta, protegida por um gradeamento de ferro, assente em colunas-cariátides, ligeiramente diferentes daquelas que sustentam o piso inferior. A empena possui, no alinhamento dos cunhais, duas esculturas sobre pedestais, impondo-se ao centro um frontão triangular, com o tímpano preenchido com uma cartela solar e sobrepujado por um Crucifixo de pedra.
Na fachada lateral da Misericórdia vianense, um imponente portal em arco de volta perfeita é ladeado por duas colunas-cariátides sobre pedestais, com medalhões figurados, sustentando forte entablamento - obra de aparato que é sobrepujada por elegante varanda rectangular, gradeada e com os vãos de pedra rusticada.
Casa das Varandas ou da Misericórdia. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-01-25].
Disponível na www:
Infopedia.pt/
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Praça da República.
Daqui partem as principais artérias do centro histórico vianense. É o centro da vida cívica e comercial da cidade. É enquadrada pelos antigos paços do concelho, pelo antigo Hospital da misericórdia e pela casa dos Sá Pinto Sotto MAyor. Ao centro um belo chafariz quinhentista, obra de João Lopes o Velho.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Praça da República.
Daqui partem as principais artérias do centro histórico vianense. É o centro da vida cívica e comercial da cidade. É enquadrada pelos antigos paços do concelho, pelo antigo Hospital da misericórdia e pela casa dos Sá Pinto Sotto MAyor. Ao centro um belo chafariz quinhentista, obra de João Lopes o Velho.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Escola Dr. Alfredo de Magalhães.
Também conhecida por Escola da Avenida, foi construída segundo o projecto dos arquitectos Baltazar de Castro e Rogério de Azevedo. A inauguração oficial ocorreu em 1933. Já serviu de Escola do Magistério Primário de Viana do Castelo e actualmente alberga a Escola EB1.
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VIANA DO CASTELO (Portugal):Estação dos Caminhos de Ferro.
Projectada pelo Engº Alfredo Soares, construida entre 1878 e 1882. Construida na cerca do solar dos Camaridos (Melo Alvim) e à custa do demolido Convento de S.Teotónio (Crúzios), possui um corpo central de dois andares ladeado por dois alpendres. Conjuga os materiais tradicionais - madeira, granito da região e azulejos - com o ferro vulgarizado na era fontista, com que se estruturou o amplo vão das gares e os alpendres virados à cidade.
Em frente a Estátua comemorativa do folclore vianense.
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VIANA DO CASTELO (Portugal):Estação dos Caminhos de Ferro.
Projectada pelo Engº Alfredo Soares, construida entre 1878 e 1882. Construida na cerca do solar dos Camaridos (Melo Alvim) e à custa do demolido Convento de S.Teotónio (Crúzios), possui um corpo central de dois andares ladeado por dois alpendres. Conjuga os materiais tradicionais - madeira, granito da região e azulejos - com o ferro vulgarizado na era fontista, com que se estruturou o amplo vão das gares e os alpendres virados à cidade.
Em frente a Estátua comemorativa do folclore vianense.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Estação ferroviária.
Estação dos Caminhos de Ferro - Projectada pelo Engº Alfredo Soares, construida entre 1878 e 1882.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): EStação Viana Shopping.
Inspirado na arquitectura dos Caminhos de Ferro, o Estação Viana é a referência de comércio e lazer da região.
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VIANA DO CASTELO (Portugal): Estação ferroviária.
Estação dos Caminhos de Ferro - Projectada pelo Engº Alfredo Soares, construida entre 1878 e 1882.
VIANA DO CASTELO (Portugal): Estação ferroviária.
Estação dos Caminhos de Ferro - Projectada pelo Engº Alfredo Soares, construida entre 1878 e 1882.
SOAJO (Portugal): Espigueiros do Soajo.
Estes espigueiros, que constituem um resquício do espírito de grupo e da vida comunitária, distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.
Foto: Tiago Ribeiro
Edição: Vítor Ribeiro
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SOAJO (Portugal): Espigueiros do Soajo.
Estes espigueiros, que constituem um resquício do espírito de grupo e da vida comunitária, distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.
Foto: Tiago Ribeiro
Edição: Vítor Ribeiro
SOAJO (Portugal): Espigueiros do Soajo.
Estes espigueiros, que constituem um resquício do espírito de grupo e da vida comunitária, distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.
Foto: Tiago Ribeiro
Edição: Vítor Ribeiro
SOAJO (Portugal): Espigueiros do Soajo.
Estes espigueiros, que constituem um resquício do espírito de grupo e da vida comunitária, distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.
Foto: Tiago Ribeiro
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SOAJO (Portugal): Espigueiros do Soajo.
Estes espigueiros, que constituem um resquício do espírito de grupo e da vida comunitária, distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.
Foto: Tiago Ribeiro
Edição: Vítor Ribeiro
SOAJO (Portugal): Igreja de São Martinho (matriz de Soajo).
De planta alongada, apresenta frontaria rematada em empena. À direita ergue-se o muro da sineira, de planta em L e escada exterior de acesso aos olhais dos sinos.
Foto: Tiago Ribeiro
Edição: Vítor Ribeiro
SOAJO (Portugal): Pelourinho do Soajo.
Trata-se de um monumento seiscentista, assente sobre três degraus quadrangulares escalonados, com coluna de fuste cilíndrico rematada por um capitel simbolizando o astro-rei, a que se sobrepóe uma placa de forma triangular.
Este pelourinho sofreu um acidente que o derrubou em 1980.
Foto: Tiago Ribeiro
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SOAJO (Portugal): Pelourinho do Soajo.
Trata-se de um monumento seiscentista, assente sobre três degraus quadrangulares escalonados, com coluna de fuste cilíndrico rematada por um capitel simbolizando o astro-rei, a que se sobrepóe uma placa de forma triangular.
Este pelourinho sofreu um acidente que o derrubou em 1980.
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FAFE (Portugal): Capela da "Fábrica do Ferro".
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DEDALEIRA: A dedaleira (do alemão "Roter Fingerhut" (dedal vermelho) para as flores desta planta), também chamada de "campaínhas" pelo formato de suas flores, é uma erva lenhosa ou semilenhosa (Digitalis purpurea L.; Scrophulariaceae), venenosa, nativa da Europa. Pode ser cultivada como medicinal, por conter digitalina, e também como ornamental, pois possui inúmeras variedades hortícolas de flores róseas ou brancas.
Esta planta fornece um importante medicamento cardíaco chamado digitalina, prescrito em alguns casos de arritmia ou insuficiência cardíaca.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Dedaleira
PORTO (Portugal): Faculdade de Engenharia.
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PORTO (Portugal): Nicho.
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PORTO (Portugal): Solar.
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PORTO (Portugal)
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PORTO (Portugal): Rua Conde de Vizela.
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