
Caceres_casa_hernando_ovando
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CÁCERES (Espanha): Casa de Hernando Ovando. A construção obedeceu a várias fases. Iniciou-se a torre no século XV e as últimas obras datam do século XVIII.
CÁCERES (Espanha): Casa de Hernando Ovando. A construção obedeceu a várias fases. Iniciou-se a torre no século XV e as últimas obras datam do século XVIII.
CÁCERES (Espanha): Porta do palácio Episcopal.
CÁCERES (Espanha): Torre de Bujaco. É o ex-libris dos carcerenhos. Também é designada por Torre Nova ou Torre do Relógio. Foi construída no Sec. XII, sobre lajes romanas, é de estilo árabe, o seu nome advém do Califa Abú-Jacob, cujas tropas conquistaram a cidade em 1173.
Até ao Sec. XVIII teve um enorme relógio colocado no seu exterior, tendo sido mais tarde deslocado para a Igreja de San Mateu. Mede 25 metros e é finalizada por ameias. Tem duas protecções laterais e uma frontal. Em duas ocasiões, esta torre esteve quase em risco de ser derrubada, a primeira vez no Sec. XVIII, com o objectivo de se utilizar os seus materiais na que seria a sede da Real Audiência, e numa outra ocasião, pretenderam fazê-la desaparecer, para no seu lugar construírem umas casas de habitação para financiar os custos de melhoramentos da Praça Principal.
CÁCERES (Espanha): Plaza Mayor. As arcadas da praça são do século XVI. Foi sempre utilizada como espaço para feiras de artesanato, desde o período da reconquista cristã, no Sec. XIII. Realizam-se também aqui torneios, mercados, corridas de touros e jogos de canas. Cada um dos arcos era ocupado por um grémio de comércio. A Torre de Bujaco, à direita, encontra-se perto do acesso à cidade antiga, através do Arco da Estrela.
ALCÁNTARA (Espanha): Convento de S. Benito.
ALCÁNTARA (Espanha): Convento de S. Benito.
ALCÁNTARA (Espanha): Convento de S. Benito. A Ordem de S. Julião de Pereiro, fundada em 1176, em terras portuguesas, passou a designar-se Ordem Militar de Alcántara, em 1218. A Ordem desempenhou um importante papel na Reconquista, em que anexou extensos territórios que lhe proporcionaram uma relevante posição económica e militar. Nos inícios do século XVI começou a construção do novo edifício que viria a ser a sede da Ordem de Alcántara.
ALCÁNTARA (Espanha): Convento de S. Benito. A Ordem de S. Julião de Pereiro, fundada em 1176, em terras portuguesas, passou a designar-se Ordem Militar de Alcántara, em 1218. A Ordem desempenhou um importante papel na Reconquista, em que anexou extensos territórios que lhe proporcionaram uma relevante posição económica e militar. Nos inícios do século XVI começou a construção do novo edifício que viria a ser a sede da Ordem de Alcántara.
ALCÁNTARA (Espanha): Convento de S. Benito. A Ordem de S. Julião de Pereiro, fundada em 1176, em terras portuguesas, passou a designar-se Ordem Militar de Alcántara, em 1218. A Ordem desempenhou um importante papel na Reconquista, em que anexou extensos territórios que lhe proporcionaram uma relevante posição económica e militar. Nos inícios do século XVI começou a construção do novo edifício que viria a ser a sede da Ordem de Alcántara.
ALCÁNTARA (Espanha): Calle de Trajano.
ALCÁNTARA (Espanha): Estátua de S. Pedro de Alcántara.
ALCÁNTARA (Espanha): Igreja Santa Maria de Almocóvar. Construida sobre a mesquita, em 1281edificou-se o novo templo cristão. Das origens românicas ficaram os três portais. Das várias remodelações, o estado actual remonta aos primórdios do século XVII.
ALCÁNTARA (Espanha): Igreja Santa Maria de Almocóvar. Construida sobre a mesquita, em 1281edificou-se o novo templo cristão. Das origens românicas ficaram os três portais. Das várias remodelações, o estado actual remonta aos primórdios do século XVII.
ALCÁNTARA (Espanha): Arco de la Concepcion. Escudo de Filipe III, com as armas de Espanha e Portugal.
ALCÁNTARA (Espanha): Maquinaria da fábrica de farinha, no antigo Convento de San Bartolomé de Alcántara, agora transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha): Maquinaria da fábrica de farinha, no antigo Convento de San Bartolomé de Alcántara, agora transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha): Maquinaria da fábrica de farinha, no antigo Convento de San Bartolomé de Alcántara, agora transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha): Maquinaria da fábrica de farinha, no antigo Convento de San Bartolomé de Alcántara, agora transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha): Maquinaria da fábrica de farinha, no antigo Convento de San Bartolomé de Alcántara, agora transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha): Hospederia Alcantara. Antigo convento franciscano, construido no século XV, conhecido por San Bartolomé de Alcántara. Foi,até há bem pouco tempo, uma fábrica de farinha . Mais recentemente foi transformado em Hotel.
ALCÁNTARA (Espanha):Barragem de Alcántara no rio Tejo.
ALCÁNTARA (Espanha): Arco do Triunfo da ponte romana de Alcántara, mandado construir, no séc. XVI, por Carlos V.
ALCÁNTARA (Espanha): Ponte romana de Alcántara sobre o rio Tejo. Foi construída por vários povos lusitanos entre o ano 75 e 104, terminando-se a sua construção na época do Imperador Trajano. O arco de triunfo remonta ao séc XVI, mandado construir por Carlos V. A ponte sofreu ao longo da sua história muitas vicissitudes devido aos conflitos bélicos. Depois das destruições provocadas pelas Invasões francesas, nos inícios do século XIX, foi reconstruída e declarada monumento nacional e 1924.
ALCÁNTARA (Espanha): Ponte romana de Alcántara. Foi construída por vários povos lusitanos entre o ano 75 e 104, terminando-se a sua construção na época do Imperador Trajano. O arco de triunfo remonta ao séc XVI, mandado construir por Carlos V. A ponte sofreu ao longo da sua história muitas vicissitudes devido aos conflitos bélicos. Depois das destruições provocadas pelas Invasões francesas, nos inícios do século XIX, foi reconstruída e declarada monumento nacional e 1924.
IDANHA-A-NOVA (Portugal): Ponte Romana de segura, sobre o rio Erges. Apesar do tabuleiro ter sido reconstruído, mantém a estrutura base de origem romana. Lamentavelmente, esta ponte internacional, que liga as margens de Portugal e Espanha, sofreu recentemente reparações muito polémicas nas sapatas, que foram reforçadas com cimento.
AVEIRO (Portugal): Estação da CP (mosaico).
AVEIRO (Portugal): Painel de azulejos, representando Aveiro, da Fábrica da Fonte Nova (1916), na estação dos Caminhos-de-Ferro.
AVEIRO (Portugal): Painéis de azulejos, com motivos regionais, da Fábrica da Fonte Nova (1916), na estação dos Caminhos-de-Ferro.
AVEIRO (Portugal): Painéis de azulejos, com motivos regionais, da Fábrica da Fonte Nova (1916), na estação dos Caminhos-de-Ferro.
AVEIRO (Portugal):Estação dos Caminhos-de-Ferro. Edifício revestido a painéis de azulejos, com motivos regionais, da Fábrica da Fonte Nova (1916).
AVEIRO (Portugal):Estação dos Caminhos-de-Ferro. Edifício revestido a painéis de azulejos, com motivos regionais, da Fábrica da Fonte Nova (1916).
AVEIRO (Portugal):Estação dos Caminhos-de-Ferro. Edifício revestido a painéis de azulejos, com motivos regionais, da Fábrica da Fonte Nova (1916).
AVEIRO (Portugal): Museu da Cidade e da República (antiga Casa João das Neves Ferro e Café Rocio). Situado defronte do canal da ria de Aveiro, o Museu da Cidade e da República está instalado num edifício tipicamente arte nova. Datado do final do século XIX, foi objecto de remodelação em 1933 sob projecto do arquitecto Jayme Inácio dos Santos para adaptação a café.
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): Cruzeiro, em frente à Igreja Matriz.
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): Chafariz datado do século XVIII e proveniente do claustro do convento de Lóios. Trata-se de um chafariz barroco de tanque e duas taças sobrepostas apoiadas numa coluna torneada, alternando bojos e golas. O remate é feito por dois esferóides sobrepostos e uma coroa.
Fonte: Portugal Património, Álvaro Almeida; Duarte Belo
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): Igreja Matriz. Este imponente edifício da arquitectura seiscentista, encontra-se agregado ao Museu Convento dos Lóios, que pertenceu à congregação dos Cónegos Seculares de S. João Evangelista.
Construída em duas fases, a igreja começou por ter a capela-mor e o cruzeiro, sendo só depois construída a nave. Destaque para a monumental escadaria de acesso, o predomínio de mármores brancos e rosa, bem como os retábulos que adornam a igreja, pela sua grandiosidade e beleza.
http://www.cm-feira.pt/
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): O castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitectura militar portuguesa.
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): O castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitectura militar portuguesa.
SANTA MARIA DA FEIRA (Portugal): O castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitectura militar portuguesa.
GUIMARÃES (Portugal): Campo da Feira. Ao fundo do jardim, vê-se a Igreja dos Santos Passos (ou Igreja e Oratório de Nossa Senhora da Consolação). Este templo foi construído na segunda metade do século XVIII, no mesmo sítio onde já existia uma pequena capela desde o século XVI.