GERÊS (Portugal)
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quarta-feira, outubro 31, 2012
Forte e Padrão Comemorativo do Desembarque no Mindelo
VILA DO CONDE (Portugal): Forte e Padrão Comemorativo do Desembarque no Mindelo.
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O Padrão lembra a primeira tentativa de desembarque das tropas liberais de D. Pedro, as quais viriam a ser lembradas como “Os Bravos do Mindelo”.
terça-feira, outubro 30, 2012
Outono, no Gerês...
PARQUE NACIONAL PENEDA GERÊS (Portugal): Mata de Albergaria.
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Capela de Nossa Senhora da Guia
VILA DO CONDE (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Guia.
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Provavelmente esta ermida já existiria em 953, sendo referenciada, em 1059, no inventário dos bens pertencentes ao Mosteiro de Guimarães, mas designada como ermida de S. Julião. Para além da utilização de índole religiosa, a ermida funcionou, inicialmente, como ponto de apoio para defesa da barra.
De planta composta irregular, apresenta no seu interior belos azulejos dos séculos XVII e XVIII e tetos apainelados em caixotões decorados com cenas bíblicas ou figuras de santos.
info: www.cm-viladoconde.pt/
segunda-feira, outubro 29, 2012
Capela de Nossa Senhora da Guia
VILA DO CONDE (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Guia.
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domingo, outubro 28, 2012
Capela de Nossa Senhora da Guia
VILA DO CONDE (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Guia.
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Provavelmente esta ermida já existiria em 953, sendo referenciada, em 1059, no inventário dos bens pertencentes ao Mosteiro de Guimarães, mas designada como ermida de S. Julião. Para além da utilização de índole religiosa, a ermida funcionou, inicialmente, como ponto de apoio para defesa da barra.
De planta composta irregular, apresenta no seu interior belos azulejos dos séculos XVII e XVIII e tetos apainelados em caixotões decorados com cenas bíblicas ou figuras de santos.
info: www.cm-viladoconde.pt/
sábado, outubro 27, 2012
Forte de S. João Batista
VILA DO CONDE (Portugal): Forte de São João Baptista.
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Desde a Idade Média que a proteção da foz do rio Ave preocupava os governantes de Vila do Conde. Em meados do século XIII a povoação detinha alguma importância como porto de pesca e estaleiro naval, pelo que a defesa da barra do rio face aos ataques de pirataria era fundamental. Foi então edificada uma torre junto à Ermida de Nossa Senhora da Guia, na foz do rio, por ordem do infante Afonso Sanches, filho de D. Dinis.
Embora este fortim se tenha mantido ativo até ao século XIX, a sua eficácia na defesa do rio foi-se tornando insuficiente, e por este motivo D. Duarte, 5.º duque de Guimarães e senhor de Vila do Conde, mandou edificar nos finais do século XVI uma fortaleza no mesmo local, cuja traça é atribuída ao engenheiro Filippo Terzi.
A estrutura do forte insere-se na tipologia utilizada na arquitetura militar da época. De planta poligonal, a fortaleza possui cinco baluartes, para os quais teria sido projetado um igual número de guaritas; destas apenas foram edificadas três. Sobre a porta de armas, com moldura em arco de volta perfeita, foi colocado o escudo de armas de Portugal. No interior da praça de armas subsistem ainda as casamatas, diferenciando-se as divisões da casa do governador, a cozinha, o paiol, os restos de uma capela.
As obras de edificação da fortaleza iriam arrastar-se pelo século XVII. D. Teodósio, 7.º duque de Bragança, retomou a construção do forte, designando como responsável pela mesma o engenheiro António de Vila-Lobos. No entanto as obras só seriam concluídas em 1642, quando D. João IV ordenou a conclusão da muralha leste e o reforço da guarnição, face às necessidades de defesa das Guerras de Restauração.
Depois de 1834 o Forte de São João Baptista deixou de ter guarnição, sendo a partir de então utilizado para o registo de entrada e saída de embarcações da barra do Ave. Quase votado ao abandono no século XX, foi recuperado na década de 90 através do aproveitamento do espaço para a edificação de uma unidade hoteleira.
Info: www.igespar.pt/
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sexta-feira, outubro 26, 2012
Forte de S. João Batista
VILA DO CONDE (Portugal): Forte de São João Baptista.
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Desde a Idade Média que a proteção da foz do rio Ave preocupava os governantes de Vila do Conde. Em meados do século XIII a povoação detinha alguma importância como porto de pesca e estaleiro naval, pelo que a defesa da barra do rio face aos ataques de pirataria era fundamental. Foi então edificada uma torre junto à Ermida de Nossa Senhora da Guia, na foz do rio, por ordem do infante Afonso Sanches, filho de D. Dinis.
Embora este fortim se tenha mantido ativo até ao século XIX, a sua eficácia na defesa do rio foi-se tornando insuficiente, e por este motivo D. Duarte, 5.º duque de Guimarães e senhor de Vila do Conde, mandou edificar nos finais do século XVI uma fortaleza no mesmo local, cuja traça é atribuída ao engenheiro Filippo Terzi.
A estrutura do forte insere-se na tipologia utilizada na arquitetura militar da época. De planta poligonal, a fortaleza possui cinco baluartes, para os quais teria sido projetado um igual número de guaritas; destas apenas foram edificadas três. Sobre a porta de armas, com moldura em arco de volta perfeita, foi colocado o escudo de armas de Portugal. No interior da praça de armas subsistem ainda as casamatas, diferenciando-se as divisões da casa do governador, a cozinha, o paiol, os restos de uma capela.
As obras de edificação da fortaleza iriam arrastar-se pelo século XVII. D. Teodósio, 7.º duque de Bragança, retomou a construção do forte, designando como responsável pela mesma o engenheiro António de Vila-Lobos. No entanto as obras só seriam concluídas em 1642, quando D. João IV ordenou a conclusão da muralha leste e o reforço da guarnição, face às necessidades de defesa das Guerras de Restauração.
Depois de 1834 o Forte de São João Baptista deixou de ter guarnição, sendo a partir de então utilizado para o registo de entrada e saída de embarcações da barra do Ave. Quase votado ao abandono no século XX, foi recuperado na década de 90 através do aproveitamento do espaço para a edificação de uma unidade hoteleira.
Info: www.igespar.pt/
Tresminas
VILA POUCA DE AGUIAR: Tresminas (instalações de lavagem de minério).
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Durante os séculos I e II d. C. no couto mineiro romano de Três Minas, foram explorados e tratados à escala industrial minérios polimetálicos complexos com elevado teor em
ouro e prata. Como domínio imperial e fiscal, as minas estavam sob a direta administração estatal, incumbindo ao exército a direção e a supervisão dos trabalhos no local. Já desde os inícios da exploração eram empregados mercenários livres, provenientes da Meseta setentrional. A zona de exploração de Três Minas prolongava-se por uma extensão de cerca de 2 Km, sendo a Corta de Covas e a Corta da Ribeirinha as principais áreas de desmonte, cuja exploração se realizava sobretudo a céu aberto. Os corpos mineralizados na forma de lentículas, quartzíticas alongadas, inseridas em metassedimentos xistosos, eram desmontados, na sua extensão longitudinal e vertical, a partir dos afloramentos.
O ouro extraído em três Minas destinava-se exclusivamente ao fisco romano.
Na encosta oposta e abaixo das Fragas das Covas, encontravam-se extensas instalações que serviam para a lavagem dos minérios. Conservam-se ainda os restos de pelo menos 30 plataformas em alvenaria com aprox. 10 m de largura que se encontravam dispostas em duas filas paralelas na linha de maior declive. Cada uma das plataformas formava um posto de operação. Sobre essas plataformas estavam instalados tabuleiros de madeira ligeiramente inclinados nos quais, para separar os componentes estéreis, eram lavados os minérios já triturados e finalmente moídos. A disposição escalonada desses postos permitia a utilização racional dos escassos recursos hidrológicos. A água para lavar o minério tinha que ser transportada via um aqueduto de cerca de 30 Km.