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terça-feira, maio 05, 2009

Interior da Sé Catedral


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LAMEGO (Portugal): Interior da Sé Catedral.
O interior da catedral é repartido por três naves divididas em três tramos e cobertas por abóbadas de aresta, assentando em arcos de volta perfeita e grossos pilares. Os tectos foram pintados na primeira metade do século XVIII pelo pintor-arquitecto italiano Nicolau Nasoni, revelando perspectivadas composições do Barroco triunfante, com temática arquitectónica enquadrando episódios bíblicos. Nas naves laterais abrem-se diversos e sumptuosos altares barrocos.
De grandes dimensões, a capela-mor foi reformulada no século XVIII, possuindo um retábulo dos finais de Setecentos combinando mármores e talha dourada, bem assim como um neoclássico cadeiral de alto espaldar.

Fonte: Diciopédia (2003);

Interior da Sé Catedral


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LAMEGO (Portugal): Interior da Sé Catedral.
O interior da catedral é repartido por três naves divididas em três tramos e cobertas por abóbadas de aresta, assentando em arcos de volta perfeita e grossos pilares. Os tectos foram pintados na primeira metade do século XVIII pelo pintor-arquitecto italiano Nicolau Nasoni, revelando perspectivadas composições do Barroco triunfante, com temática arquitectónica enquadrando episódios bíblicos. Nas naves laterais abrem-se diversos e sumptuosos altares barrocos.
De grandes dimensões, a capela-mor foi reformulada no século XVIII, possuindo um retábulo dos finais de Setecentos combinando mármores e talha dourada, bem assim como um neoclássico cadeiral de alto espaldar.


Fontes: Diciopédia (2003);

segunda-feira, maio 04, 2009

Portal principal da Sé Catedral de Lamego


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LAMEGO (Portugal): Portal principal da Sé Catedral de Lamego.
O portal principal apresenta, na faixa interna, uma decoração formada por hastes de vinha, aves, crianças e animais fantásticos. As portas, em madeira de angelim, ricamente trabalhadas com almofadados e faixas decorativas, são já obra setecentista.

Fonte: "Portugal Património", Álvaro Almeida e Duarte Belo

Fachada principal da Sé Catedral de Lamego


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LAMEGO (Portugal): Fachada principal da Sé Catedral de Lamego.
A fachada principal do templo foi reconstruída no reinado de D. Manuel I, pelo mestre pedreiro João Lopes, coadjuvado pelos mestres João de Vargas e João de Palmenes, combinando as formas do gótico flamejante e o tímido eclodir de algumas formas da Renascença.
No piso térreo rasgam-se três portais ogivais, com o central de maiores dimensões, constituídos por diversas arquivoltas assentes em colunelos, decorados com esculturinhas de motivos vegetalistas e zoomórficos. Acima destes abrem-se janelões góticos, com o central de dimensões monumentais e repartido por pétreas molduras curvas. Os três panos da fachada são divididos por quatro contrafortes e rematados superiormente por pináculos cogulhados.

Fontes: Diciopédia (2003);
"Portugal Património", Álvaro Almeida e Duarte Belo

domingo, maio 03, 2009

Sé Catedral de Lamego


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Fundada em 1129, ainda mantém a torre quadrada original com as janelas com capitéis lavrados, que constituem belos exemplares do estilo românico do séc. XII, mas sofreu diversas alterações ao longo dos tempos, nomeadamente nos séculos XVI e XVIII. Apesar disso, o conjunto não deixa de impor uma sensação de beleza e de monumentalidade. A fachada actual é o resultado dessas reconstruções. No século de Quinhentos o Bispo D. Manoel de Noronha mandou acrescentar a parte de cima, deixando como selo o seu escudo de armas. No mesmo século construiu-se a notável frontaria, organizada num triplo pórtico, onde se conjugam elementos do Renascimento e do gótico flamejante, formando um conjunto de grande beleza.

Sé Catedral de Lamego.


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Fundada em 1129, ainda mantém a torre quadrada original com as janelas com capitéis lavrados, que constituem belos exemplares do estilo românico do séc. XII, mas sofreu diversas alterações ao longo dos tempos, nomeadamente nos séculos XVI e XVIII. Apesar disso, o conjunto não deixa de impor uma sensação de beleza e de monumentalidade. A fachada actual é o resultado dessas reconstruções. No século de Quinhentos o Bispo D. Manoel de Noronha mandou acrescentar a parte de cima, deixando como selo o seu escudo de armas. No mesmo século construiu-se a notável frontaria, organizada num triplo pórtico, onde se conjugam elementos do Renascimento e do gótico flamejante, formando um conjunto de grande beleza.

sexta-feira, maio 01, 2009