VILA PRAIA DE ÂNCORA (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Bonança.
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Igreja neoclássica de planta longitudinal composta por nave e capela-mor retangular.
Frontaria, orientada a Oeste, com embasamento saliente e rematada em empena recortada, coroada por cruz latina, alta. Portal axial de pés-direitos ressaltados sobrepujado por frontão curvo que abriga o símbolo das iniciais da família Medeiros; encima-o janelão rematado em arco pleno, assente em ornatos vegetalistas. Nos cunhais pilastras jónicas suportam um entablamento clássico, com cornija em denticulado, rematados por fogaréus.
O interior apresenta retábulos em talha pintada e dourada neoclássicos.
A atual Capela de Nossa Senhora da Bonança assenta nas funções da pequena capela de Nossa Senhora das Necessidades que foi construída em 1760-1765 e depois demolida em 1889.
sexta-feira, junho 07, 2013
Vila Praia de Âncora
Igreja da Misericórdia de Caminha
CAMINHA (Portugal): Igreja da Misericórdia.
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No centro da vila, junto dos Paços do Concelho, situa-se a Igreja da Misericórdia construída no século XVI. Trata-se de uma igreja renascentista de planta longitudinal composta por uma única nave e capela-mor de planta retangular. No século XVIII, foi redecorado o interior com talha dourada em estilo barroco e rococó. Num dos altares destaca-se a imagem de Sta. Rita de Cássia.
A Igreja da Misericórdia de Caminha foi alvo de obras de reabilitação e conservação, financiadas em parte pela Câmara Municipal.
info: www.cm-caminha.pt/ver.php?cod=0M0D0B
quinta-feira, junho 06, 2013
Capela dos Mareantes
CAMINHA (Portugal): Capela dos Mareantes na Igreja Matriz.
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Para a nave lateral do lado do Evangelho abre-se a sua capela de maior renome, devida à devoção e veneração dos caminhenses pelo Senhor Jesus dos Mareantes, a que é consagrada. Comunica com o corpo da igreja por um arco abatido de fino lavor que abrange toda a largura da capela, com a data de 1511 inscrita numa cartela, sendo por isso considerada uma das primeiras experiências renascentistas em território português. Cobre a Capela dos Mareantes uma bela abóbada de pedra polinervada, e no seu interior, além do altar de talha seiscentista, guarda-se o precioso tesouro que em 1539 foi encontrado dentro de uma caixa arrastada por uma rede de pesca, constituído por uma imagem de Cristo esculpida em madeira - que ainda hoje ali se venera -, dois cálices de prata dourada e diversos paramentos bordados a ouro e a prata.
info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha
quarta-feira, junho 05, 2013
Capela-mor da igreja matriz de Caminha
CAMINHA (Portugal): Capela-mor da Igreja Matriz.
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Capela-mor com abóbada polinervada sobre mísulas e bocetes dourados; as paredes são rasgadas por duas frestas de um lume.
info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4101
Teto da Igreja Matriz de Caminha
CAMINHA (Portugal): Teto da Igreja Matriz.
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terça-feira, junho 04, 2013
Interior da Igreja Matriz de Caminha
CAMINHA (Portugal): Interior da Igreja Matriz.
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No amplo interior, as três naves de cinco tramos estão separadas por duas séries de arcos de volta perfeita assentes em oito colunas cilíndricas, contrastando com o arco triunfal aberto em ogiva, acima dos quais corre um revestimento de azulejos onde se podem observar medalhões com retratos de figuras masculinas não identificadas. Tanto a abside como os absidíolos são cobertos por uma abóbada de pedra polinervada, e as suas paredes foram modernamente reduzidas à sua primitiva simplicidade.Para a nave lateral do lado do Evangelho abre-se a sua capela de maior renome, devida à devoção e veneração dos caminhenses pelo Senhor Jesus dos Mareantes, a que é consagrada. Comunica com o corpo da igreja por um arco abatido de fino lavor que abrange toda a largura da capela, com a data de 1511 inscrita numa cartela, sendo por isso considerada uma das primeiras experiências renascentistas em território português. Cobre a Capela dos Mareantes uma bela abóbada de pedra polinervada, e no seu interior, além do altar de talha seiscentista, guarda-se o precioso tesouro que em 1539 foi encontrado dentro de uma caixa arrastada por uma rede de pesca, constituído por uma imagem de Cristo esculpida em madeira - que ainda hoje ali se venera -, dois cálices de prata dourada e diversos paramentos bordados a ouro e a prata.Merece ainda particular destaque o magnífico teto de alfarge que cobre a nave central, executado pelo entalhador galego Francisco Munhoz e terminado no ano de 1565, composto por uma série de painéis que enquadram quinze florões, sendo o central de exuberante relevo e tratado em forma de pinha.
A Igreja Matriz de Caminha foi classificada Monumento Nacional por decreto de 16 de junho de 1910.
info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha
Igreja Matriz de Caminha
CAMINHA (Portugal): Igreja Matriz.
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A construção da Matriz de Caminha foi imposta pela necessidade de edificar uma igreja intramuros, o que, pela exiguidade do espaço disponível, deixou muito pouco desafogo à frontaria do templo, que só viria a ser libertada no decurso das obras de restauro promovidas no presente século pelos Monumentos Nacionais. A sua fundação tem sido erradamente atribuída à iniciativa de D. Manuel I, pois está documentalmente provado que a primeira pedra deste esplêndido edifício foi lançada a 4 de abril de 1488, quando reinava o seu antecessor e nada faria prever a sua ascensão ao trono. As obras arrastaram-se por longos anos, oneradas com pesados encargos, que nem o beneplácito régio nem os elevados subsídios concedidos pelos donatários da vila conseguiram aliviar, sendo o templo inaugurado em 1556, um ano antes da morte de D. João III.A planta do edifício e a direção inicial das obras atribuem-se ao mestre biscainho João Tolosa e a Pero Galego, estando também comprovada a participação de mestres portugueses, nomeadamente através de uma gárgula antropomórfica que exibe as nádegas voltadas para terras galegas.
Obra-prima do gótico tardio nortenho, mais parece uma igreja-fortaleza, o que se deve à enraizada tradição românica desta região. No entanto, tanto o exterior como o interior deste edifício são de grande harmonia arquitetónica e rara qualidade, devidas sobretudo ao carácter equilibrado e elegante da sua composição, que com tanta mestria foi capaz de conjugar elementos de diversas influências, nomeadamente os ornamentos ditos «platerescos» e a carpintaria mudéjar.Na fachada principal erguem-se dois elegantes gigantes rematados por pináculos floridos que demarcam as naves e emolduram o portal renascentista de elegante arco de volta perfeita. Este é enquadrado num alfiz rematado por duplo friso e sobrepujado por uma rosácea inscrita numa moldura rendilhada. Dos lados, duas estilizadas frestas valorizam o conjunto e reforçam a iluminação das naves. O edifício era coroado por uma delicada platibanda que mascarava o telhado, quase totalmente destruída pelo violento temporal ocorrido em janeiro de 1636.
O portal lateral, que se ergue a meio da fachada sul, constitui um importante legado do Renascimento português, e tem sido atribuído ao biscainho João de Tolosa. Duas pilastras decoradas com grutescos amparam o arco de volta perfeita, sobre cujo extradorso se vislumbram dois tondi tradicionalmente identificados com o rei D. Manuel I e a rainha D. Maria. A cornija sustenta quatro edículas com as estátuas de S. Pedro, S. Marcos, S. Lucas e S. Paulo, encimadas por nova cornija onde se apoia o frontão triangular. O tímpano, que encerra a imagem da padroeira de Caminha - Nossa Senhora dos Anjos e o Menino -, é ladeado pelos presumíveis bustos de Adão e Eva e coroado por um crucifixo que interrompe um friso ricamente decorado.À direita da frontaria eleva-se a torre, construída entre 1550 e 1560, de secção quadrangular e acentuada feição militar, algo suavizada pelo estilizado das ameias e pelas janelas sineiras, entre as quais se observa o brasão da Casa de Vila Real, detentora do senhorio da vila de Caminha.
info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha;jsessionid=VK+...
segunda-feira, junho 03, 2013
Igreja românica de Cedofeita
PORTO (Portugal): Igreja de S. Martinho de Cedofeita.
No centro do Porto, em plena freguesia de Cedofeita, ergue-se um pequeno e notável templo românico consagrado a S. Martinho. O atual edifício religioso foi construído no início do século XII, pois já em 1120 se tem conhecimento da existência desta igreja românica. No entanto, a pedra do tímpano do portal principal, cópia gravada em 1767, informa-nos da fundação do primitivo mosteiro, atribuindo-a ao século VI e ao patrocínio do rei suevo Teodomiro, tendo sido a Igreja consagrada em 559 pelo arcebispo de Braga. S. Martinho de Cedofeita é um igreja românica, provavelmente contemporânea das igrejas de Rio Mau, de Vila do Conde e de S. Miguel de Poiares, em Guimarães. Contudo, apesar de se integrar no grupo das pequenas igrejas do Românico Condal nortenho, ela possui uma importância acrescida que lhe advém do facto de ser a única que se apresenta totalmente coberta por uma abóbada em pedra.
Esta é uma Igreja rodeada de muitas lendas e mistérios. Nos primórdios do século VI este templo servia de refugio ou ermida aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.
De arquitetura simples, tem na fachada principal um portal formado por um conjunto de três molduras de arquivoltas com capiteis lavrados com animais e aves. Sobre o portal abre-se uma janela com arco pleno, sustentada por duas colunas.
Na parte lateral sul existe outro portal, contendo este dias arquivoltas e quatro colunas, cujos capiteis foram lavrados com aves e flores. No lateral norte o portal é igual no entanto não contém ábacos nos capiteis mas o tímpano foi decorado com o «Agnus Dei», circunscrito por uma rosácea, adornando o cordeiro pascal, gravada na pedra.
Info: www.infopedia.pt/$igreja-de-s.-martinho-de-cedofeita
www.portoxxi.com/cultura/ver_edificio.php?id=15