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quinta-feira, dezembro 06, 2012

Claustro do Mosteiro de Pitões das júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Claustro do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Do claustro resta apenas uma parte da arcada do lado S. da nave. É composta por três arcos de volta perfeita e delimitada por pilares quadrados nos extremos. As pequenas colunas geminadas possuem bases e fustes lisos, capitéis com folhas e volutas, ábacos baixos, lisos e biselados. Um muro de pedra vã, adossado à fachada lateral N. da igreja, delimita um recinto sub-rectangular, com acesso por portão de ferro, utilizado como cemitério.

info: www.monumentos.pt/

Claustro do Mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Claustro do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Do claustro resta apenas uma parte da arcada do lado S. da nave. É composta por três arcos de volta perfeita e delimitada por pilares quadrados nos extremos. As pequenas colunas geminadas possuem bases e fustes lisos, capitéis com folhas e volutas, ábacos baixos, lisos e biselados. Um muro de pedra vã, adossado à fachada lateral N. da igreja, delimita um recinto sub-rectangular, com acesso por portão de ferro, utilizado como cemitério.

info: www.monumentos.pt/

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Tímpano do portal do Mosteiro de Santa Maria das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Ruínas do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Portal em arco perfeito de duas arquivoltas, a interna lisa e de arestas vivas e a exterior decorada com lancetas, apresentando o friso que a envolve três estreitos bocéis e um zig-zag duplo, sobre impostas, decoradas com motivos cordiformes que se prolongam num friso em toda a fachada; o tímpano é vazado, formando ao centro uma cruz de Malta inscrita num círculo e de ambos os lados três perfurações circulares; o dintel, decorado com bandas de quadrifólios, apoia-se sobre mísulas também elas decoradas com círculos e cruzes. Encima o portal, fresta, estreita e alta.

info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4170

Portal românico do mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Ruínas do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Portal em arco perfeito de duas arquivoltas, a interna lisa e de arestas vivas e a exterior decorada com lancetas, apresentando o friso que a envolve três estreitos bocéis e um zig-zag duplo, sobre impostas, decoradas com motivos cordiformes que se prolongam num friso em toda a fachada; o tímpano é vazado, formando ao centro uma cruz de Malta inscrita num círculo e de ambos os lados três perfurações circulares; o dintel, decorado com bandas de quadrifólios, apoia-se sobre mísulas também elas decoradas com círculos e cruzes. Encima o portal, fresta, estreita e alta.

info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4170

terça-feira, dezembro 04, 2012

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se localizado, num vale que fica a dois quilómetros a Sul da aldeia de Pitões das Júnias, na província de Trás-os-Montes. Pertence ao distrito de Vila Real, concelho de Montalegre, freguesia de Pitões das Júnias e localiza-se num vale estreito, de difícil acesso, isolado numa região fronteiriça.
Para se desfrutar de uma vista geral do mosteiro é necessário subir as encostas das serras que ficam de um lado e do outro da ribeira Campesinho. Subindo a encosta da serra a nascente, vê-se a fachada posterior da igreja, com o muro do cemitério à direita e, à esquerda, a ala dos monges, que se desenvolve ao longo da ribeira. Ao subir a encosta poente tem-se uma vista panorâmica que permite ver a fachada principal da igreja, a fachada Sul, o claustro e todo o complexo monástico.
Segundo um documento existente no cartório bracarense, o mosteiro de Santa Maria das Júnias, remonta aos finais do século IX, tendo sido inicialmente apenas um pequeno ermitério.
Na fachada Norte da Igreja está gravada a data 1147, que é unanimemente apontada pelos vários autores como a data da fundação ou da sagração da igreja.
O mosteiro acabou por entrar em decadência, nos finais do século XV, depois da morte do abade Dom Gonçalo Coelho, tendo sido abandonado por volta de 1520, ano em que o comendatário Estêvão da Costa, clérigo secular, tomou a seu cargo o governo da Igreja de Júnias.

info: www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA4/medievali... (adaptado)

Senhor da Pedra

Senhor da Pedra by VRfoto
Senhor da Pedra, a photo by VRfoto on Flickr.

MIRAMAR (Portugal): Senhor da Pedra.

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domingo, dezembro 02, 2012

Igreja de S. Vitor

Igreja de S. Vitor by VRfoto
Igreja de S. Vitor, a photo by VRfoto on Flickr.

BRAGA (Portugal): Igreja Paroquial de São Vítor.

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A igreja de São Vítor, em Braga, é por muitos considerada um dos primeiros exemplos, se não mesmo o primeiro, de um templo concebido enquanto obra de arte total, onde a arquitetura de tradição maneirista foi pensada de forma a acolher a talha e a azulejaria que revestem o interior da igreja na sua totalidade (SMITH, 1970). O mesmo será dizer que, da conjugação de diferentes técnicas, resulta um espaço complexo, mas onde reina a coerência resultante de um programa ideológico concreto.
A organização espacial, delineada pelo francês Miguel d'Escole e dirigida pelo mestre de pedraria Pascoal Parente, é simples, sendo que todos os volumes - nave única, capela-mor com sacristias laterais, e torre quadrangular adossada -, se desenvolvem segundo um mesmo eixo longitudinal. Num contexto de tradição militarista, a planta de São Vítor nada acrescenta aos esquemas já conhecidos (GONÇALVES, 1982 - 1983, p. 259), mas tira partido dos revestimentos em talha e azulejo, que animam e revitalizam a austera textura murária do interior.
A fachada de granito, ainda muito afastada do fulgor que André Soares introduzirá (PEREIRA, 1986, p. 36-38), é um bom exemplo do barroco bracarense, apresentando pilastras laterais, portal principal ladeado por dois nichos que albergam representações escultóricas de dois arcebispos, e frontão triangular, em cujo tímpano se encontra o brasão do arcebispo Dom Luís de Sousa, o responsável pela edificação da igreja iniciada em 1686, e que se tornou no grande emblema da sua passagem pelo Arcebispado de Braga (GONÇALVES, 1982 - 1983, p. 259). Remata a empena uma cruz cardinalícia. Os restantes alçados são animados por pilastras de granito e janelas de iluminação, que lhes conferem ritmo, acentuando o contraste entre a pedra e a cal.

Info: www.igespar.pt/en/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

Igreja de Nossa Senhora-a-Branca

BRAGA (Portugal): Igreja de Nossa Senhora-a-Branca.

Originalmente a igreja, do século dezoito, chamava-se Igreja de Nossa Senhora das Neves. Como no nicho central da fachada da igreja está uma Nossa Senhora vestida de branco o povo passou a chamar Senhora-a-Branca, denominação atual da igreja.
É uma igreja barroca de planta longitudinal, com uma só nave, uma torre sineira e uma sacristia, em eixo, seguindo o esquema tradicional bracarense. O portal principal em arco pleno possui dois pares de colunas toscanas, um friso decorado e a imagem da padroeira com a data de 1771, no cimo. A fachada principal é revestida a azulejos de estampilha de cor branca, rosa, castanha e azul.

Info: pt.wikipedia.org/;
www.igogo.pt/