ÓBIDOS (Portugal): Castelo.
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Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).
info: www.obidos.pt/
segunda-feira, outubro 31, 2011
Castelo de Óbidos #4
Castelo de Óbidos #3
ÓBIDOS (Portugal): Castelo.
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Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).
info: www.obidos.pt/
domingo, outubro 30, 2011
Castelo de Óbidos #2
ÓBIDOS (Portugal): Castelo.
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Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).
info: www.obidos.pt/
sábado, outubro 29, 2011
Uma vila medieval...
ÓBIDOS (Portugal): Construção de edifícios para o grande mercado medieval.
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sexta-feira, outubro 28, 2011
Casa S. Thiago do Castelo
ÓBIDOS (Portugal): Casa S. Thiago do Castelo.
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quinta-feira, outubro 27, 2011
Pelourinho de Óbidos
ÓBIDOS (Portugal): Pelourinho de Óbidos.
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O Pelourinho de Óbidos é o “padrão” que simboliza os poderes e autonomia do município. Este marco define o “centro” simbólico do poder e foi erigido na sequência da outorga do Foral, datado de 20 de Agosto de 1513, documento legislativo que estabelecia as regras de funcionamento da autarquia em face da Coroa e dos membros da comunidade civil.
O pelourinho de Óbidos, outrora em frente dos Paços do Concelho manuelinos, foi deslocado para a Rua Direita e centrado com o chafariz da Praça de Santa Maria, aquando das profundas transformações urbanísticas mandadas executar pela rainha D. Catarina de Áustria, mulher do rei D. João III.
A coluna, assente num supedâneo de três degraus e coroada com uma pinha, apresenta, ainda, as marcas de uma argola de metal onde, eventualmente, os condenados seriam expostos para humilhação pública e porta as Armas Reais e as armas pessoais da rainha D. Leonor de Lencastre (mulher de D. João II), onde se observa uma rede.
info: www.santamaria-obidos.com/
Igreja de Santa Maria
ÓBIDOS (Portugal): Igreja de Santa Maria.
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Igreja matriz, localizada na praça do mesmo nome, é o principal templo de Óbidos. Embora a tradição faça remontar a sua fundação ao período visigótico, transformada em mesquita no período muçulmano e novamente sagrada por D. Afonso Henriques logo após a conquista da Vila em 1148, o facto de se encontrar fora da primitiva cerca muralhada parece contrariar esta hipótese. Não se conhecendo a data exacta da fundação, é um facto que o priorado da nova igreja foi entregue a S. Teotónio, companheiro de D. Afonso Henriques, grande figura da Igreja e prior do poderoso Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, que teve o padroado da Igreja de Santa Maria até D. João III o ter doado a sua mulher, a Rainha D. Catarina de Áustria. Foi também sede de uma colegiada (comunidade formada por prior e oito beneficiados), suprimida pela legislação liberal em meados do século XIX.
O templo medieval foi profundamente reformado pela Rainha D. Leonor em finais do século XV, arrastando-se as obras pelo primeiro quartel do século XVI. Data desta campanha a torre sineira, adossada à fachada e coberta por coruchéu piramidal de oitavado.
info: www.cm-obidos.pt/
quarta-feira, outubro 26, 2011
Rua Direita #3
ÓBIDOS (Portugal): Rua Direita.
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Conhecida com esta designação já no séc. XIV, liga a porta da Vila ao Paço dos Alcaides. Nos séculos XVI e XVII a rua Direita sofreu importantes transformações, ficando ocultados alguns dos antigos portais góticos das casas.
segunda-feira, outubro 24, 2011
Torre de Centum Cellas
BELMONTE (Portugal): Torre de Centum Cellas.
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A Torre de Centum Cellas (também Centum Cellæ, Centum Celli, ou Centum Cœli), antigamente também denominada como Torre de São Cornélio, localiza-se no monte de Santo Antão, freguesia do Colmeal da Torre, concelho de Belmonte, Distrito de Castelo Branco, em Portugal.
Trata-se de um singular e curioso monumento lítico actualmente em ruínas que, ao longo dos séculos, vem despertado as atenções de curiosos e estudiosos, suscitando as mais diversas lendas e teorias em torno de si.
Uma das tradições, por exemplo, refere que a edificação teria sido uma prisão com uma centena de celas (donde o nome), onde teria estado cativo São Cornélio (donde o nome alternativo).
Sobre a sua primitiva função, acreditava-se que pudesse ter sido um prætorium (acampamento romano). Entretanto, campanhas de prospecção arqueológica na sua zona envolvente, empreendidas na década de 1960 e na década de 1990, indicam tratar-se, mais apropriadamente, de uma uilla, sendo a torre representativa da sua pars urbana, estando ainda grande parte da pars rustica por escavar.
info: pt.wikipedia.org/









